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sábado, 20 de fevereiro de 2010

abandono

debaixo da chuva de sangue que cai sobre minha cabeca eu sinto o abandono
por que voce me deixou cair em um pricipicio?
minha alma era tua meu sangue era teu
eu era inteiramente sua voce me possuia
eu era sua seguidora
e voce meu alicerce
voce bebia do meu sangue que sassiava tua sede
e eu apenas secava suas lagrimas quando se sentia so
e voce jogou tudo isso pro alto e me deixou vagando dentro do meu proprio ser
o meu ser

escuros sao meus olhos
negro e meu sangue
gelidas sao as minhas maos
podre e meu coracao
alma antes inocente
agora perdida na escuridao

doce um dia foi o meu sorriso
agora triste torna se pelo medo
fica esquecido em uma parte de mim como se fosse um segredo...
esse e todo o meu ser

noites frias

Andando por ruas sangrentas perdida em um mundu de ilusoes
com minhas asas queimadas procuro uma saida
mas a escuridao nao permite
Sou apenas um anjo da morte vagando pelas ruas escuras da noite
Apenas minhas noites frias me acompanhao
meu amor esquecido

aqui estou eu sentada em meu tumulo
olhando para as rosas mortas e negras diante de mim
lembrei me agora de voce meu amor que ja era esquecido
o amor que me matou aos poucos
o amor que me abandonou no auge dos meus suspiros
o amor que me entregou para a escuridao
agora meu amor
torna se esquecido por minha memoria
mas lembrado pelo meu coracao negro que ainda chora
dias sombrios

que dias sao esses??
em que me perco em momentos do passdo relmbro minha morte e me afundo na profunda escuridao
que dias sao esses??
onde a vida se esconde atras do medo da morte atras de alguma salvacao
que dias sao esses??
onde o vento vai embora leva toda aminha esperanca e minha vida vivida
que dia sao esses??esses sao meus dis sombrios
memorias mortas

hoje neste dia sombrio me coloco diante do vento e relembro memorias
que agora ja estao mortas dentro de mim
voce foi um anjo que me regatou da escuridao
mas agora nao preciso mais da sua luz
livre me dos seus pecados
quero ser conduzida para
as nuvens escuras do ceu sombri
a banhar a noite entristecida